Recolha de dados de sensores

Transforme leituras de temperatura, pressão e contadores num fluxo de dados fiável.

A necessidade e a abordagem

Um número no ecrã não prova que uma medição seja exata ou rastreável. Gama, posição do sensor, cablagem, conversão do sinal, calibração e atualidade devem ser considerados em conjunto.

Fluxo de dados

Sensor → entrada ou transmissor compatível → dispositivo de aquisição → registo com informação de qualidade.

Sensores resistivos como o PT100 precisam de uma entrada de medição compatível. As ligações de dois, três e quatro fios são avaliadas segundo o cabo e o instrumento. A medição física e a conversão de escala no software são verificadas separadamente.

Fluxo de trabalho ilustrativo

Vários locais de um armazém fornecem temperaturas. Medições válidas, avarias de sensores e interrupções de comunicação são guardadas como estados distintos; o último valor válido não é apresentado como atual.

Perguntas para o levantamento inicial

  • Que grandeza e intervalo serão medidos?
  • Que exatidão e resposta são necessárias?
  • O sensor e o módulo de entrada são compatíveis?
  • Que distância de cabo e ambiente se aplicam?
  • Como se registam calibração e manutenção?

Limites e condições no terreno

O software não consegue corrigir automaticamente o erro físico de um sensor mal posicionado ou não calibrado.

Perguntas frequentes

Podem ser utilizados os equipamentos existentes?

A adequação depende da interface do dispositivo, da documentação do fabricante, da autorização de acesso e de um teste no terreno. Comece por partilhar os modelos e os sinais disponíveis.

Que dados precisa de ver? Que processo poderia funcionar melhor?

Fale-nos dos seus equipamentos e necessidades. Vamos explorar em conjunto uma abordagem adequada.

Vamos falar sobre o seu projeto